
Realmente não podemos medir o envolvimento E O INTERESSE de DEUS em nossa vida pela natureza de nossas circunstâncias. Temos de fazê-lo por dois instrumentos: primeiro, o desenvolvimento de nosso caráter e, segundo, a realização do SEU plano. José passou mais ou menos treze anos enfrentando adversidades uma após outra, e DEUS achava-se presente em tudo, o tempo todo. Estava executando SEU plano mediante aquele sofrimento. E do mesmo modo usará a adversidade a fim de executar SEU plano para nós também.
“Então, o que eu devo fazer enquanto isso?”
É o que alguém poderá perguntar. A resposta é simples, embora não seja necessariamente fácil: CONFIE EM DEUS. Essa resposta pode parecer-lhe simplista demais diante das circunstâncias específicas que você enfrenta. Contudo, se não confiarmos em DEUS o que é que faremos? Pense em José, não tinha família, nem amigos, nem igreja, nem liberdade, nem dinheiro, nem Bíblia e, aparentemente, nem resposta da parte de DEUS. Entretanto, ele permaneceu fiel.
Quando DEUS silencia, só dispomos de uma opção racional: CONFIAR NELE. Esperar NELE. DEUS pode estar silencioso, mas não apático, nem nos abandonou.
GeraçãoBenjamin Official Player \o/
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Silêncio de Deus?
terça-feira, 11 de maio de 2010
Adoração Viva!
Jesus disse à mulher samaritana que Deus busca adoradores (João 4.22-24). Fomos criados para adorar. Diante de Deus, que nos salvou de nosso estado de condenação, que está sempre conosco, apesar de sua glória e majestade, não podemos senão adorar.
Mas não O adoramos pelo que Ele fez e faz. Nós O adoramos pelo que Ele é.
Qual é o significado da adoração?
Em hebraico, significa ajoelhar-se, dobrar-se diante do Senhor.
Em grego, significa aproximar-se dele e beijar a Sua mão.
Em outras palavras, é entregar-nos e dar tudo a Ele.
Deus deseja que declaremos que Ele é Deus e que só Ele o é. Na oração que o Senhor nos ensinou, dizemos: “santificado seja o teu nome” (Mateus 6.9b), isto é, teu nome seja separado como especial, majestoso, incomparável, santo. Só o Pai de nosso
Senhor Jesus Cristo pode ser chamado de “Deus”. Hoje se tornou um nome comum e geral: deus. Mas um dia será específico e santo. Somente Jeová será assim chamado.
Satanás teme a adoração do Senhor, porque ele pretende ser adorado. Uma das revelações especiais ocorridas durante a tentação de Jesus no deserto, foi sobre a intenção de Satanás e a forte resposta de Jesus, citando Deuteronômio 6.13: “Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a Ele darás culto” (Mateus 4.10).
Conhecer a Deus como Pai é estabelecer um relacionamento pessoal, mas conhecê-Lo como Deus é reconhecer Seu lugar exaltado, único em todo o universo.
Adorar é, pois, reconhecer que Ele é Deus, o único Deus, e que eu sou um homem apenas, criatura dEle. Quando O reconheço como o Pai sou salvo e erguido à Sua presença como filho. Quando O reconheço como Deus, caio humildemente aos Seus pés e O adoro. Como diz o salmista: “Tributai ao Senhor a glória devida ao seu nome, adorai o Senhor na beleza da santidade” (Salmo 29.2). Ler com atenção o salmo 5.7.
Na verdadeira adoração (“em espírito e em verdade”), nós ficamos na nossa posição e Deus na dEle. Nós temos limites, Deus não tem.
Mas aquele que não o conhece como Pai, não pode conhecê-Lo como Deus. Os adoradores O adoram “em espírito”, são salvos, seu espírito saiu das trevas. Mas também O adoram “em verdade”. Ficamos emocionados na adoração, mas isto não é o que Jesus diz ser “em verdade”. Mesmo se usamos bons pensamentos na adoração, ainda isto não é “em verdade”. Adorá-Lo “em verdade” significa conhecer os Seus caminhos e andar com Ele.
Aí amamos os Seus caminhos e O amamos.
Que é adorar a Deus? É: “curvo-me diante de ti e amo os teus caminhos”. Exemplo extraordinário de adoração nos é dado por Jó. Quando vieram anunciar-lhe a morte dos seus filhos, disse Jó: “Nu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei; o Senhor o deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1.21). A atitude de Jó aí descrita é: “Então, Jó se levantou, rasgou o seu manto, rapou a cabeça e lançou-se em terra e adorou” (Jó 1.20).
A adoração e o louvor colocam-nos num nível alto, de triunfo. Quando oramos, ainda estamos em nosso ambiente; quando adoramos, somos erguidos acima de nosso ambiente, com suas dificuldades e limitações. Na adoração, Deus nos ergue acima dos limites, acima da vergonha, acima das frustrações e sofrimentos. O que a oração não puder fazer, a adoração e o louvor o farão. Ore, quando e quanto puder, mas louve e adore, quando não puder orar.
Devemos atentar cuidadosamente para o fato de que na adoração, na contemplação do Senhor é que está o segredo de nossa transformação à sua imagem: “E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Coríntios 3.18).
A adoração, além de ser o que Deus busca, que recurso maravilhoso é para a vida cristã! Aleluia!
fonte: adorar.net
terça-feira, 15 de setembro de 2009
7 MANEIRAs DE MATAR UM MISSIONÁRIO
I- Comece deixando de orar por ele.
II- Na igreja semeie contendas a respeito dele, dizendo que ele está de férias às custas das ofertas dos membros da igreja.
III- Se você for pastor ou líder, jamais pregue sobre missões nem permita que se crie algum departamento missionário em sua igreja.
IV- Nunca escreva uma carta ou envie um e-mail para o missionário afinal ele é um supercrente e não precisa dessas coisas.
V- Se não resistir a tentação de escrever, faça, mas cobrando dele algo do tipo:"Quantas almas ele já ganhou para Cristo", afinal ele está no campo para que?
VI- Esqueça datas importantes como o aniversário dele, de sua esposa e filhos, se for casado por exemplo.
VII- Pare de contribuir financeiramente pois a evangelização dos povos não é uma prioridade, e em algum lugar você já deve ter ouvido aquela expressão que diz que:
"O missionário vive pela fé...".
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Tá preoculpado com a vida?

“Por isso vos digo: nao andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo mais do que o vestuário? Olhai para as aves do céu; não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros, e contudo, o vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais do que elas? Qual de vós poderá, com as suas preocupações, acrescentar uma única hora ao curso da sua vida? Quanto ao vestuário, por que andais ansiosos? Observai como crescem os lírios do campo. Eles não trabalham nem fiam. Eu, porém, vos digo que nem mesmo Salomão, em toda sua glória, se vestiu como qualquer deles. Se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, não vestirá muito mais a vós, homens de pequena fé? Portanto, não andeis ansiosos, dizendo: que comeremos? Que beberemos? Ou: com que nos vestiremos? Pois os gentios procuram todas estas coisas. De certo vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas elas. Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Portanto, não andeis ansiosos pelo dia de amanhã, pois o amanhã se preocupará consigo mesmo. Basta a cada dia o seu próprio mal.” Mateus 6:25-30
Nós, os que nasceram de novo, também estamos propensos a nos preocupar com o futuro até mesmo depois de termos recebido a remissão dos pecados. Essas preocupações dizem respeito a como viver daqui para frente, o que comer, o que vestir, o que fazer para ganhar dinheiro, e como viver a vida. Dessa forma, em nossos corações, nós deixamos a preocupação com o fututo entrar. Eu vejo que aqueles que são jovens dentre os que nasceram de novo se preocupam mais com sua vida no futuro porque não compreendem que Deus os ajuda, e ainda não tiveram a experiência de serem guiados por Deus. Certamente, é muito natural que nos preocupemos já que somos humanos.
Todos que nascem neste mundo trabalham muito duro para si. Eles não vivem pela fé em Deus, e estão habituados a viver confiando na sua própria saúde e nos seus esforços, então depois de nascerem de novo, a primeira coisa que eles se preocupam é com o que vão comer, o que vão beber, e como vão viver. Todavia, o Senhor nos fala sobre o que os nascidos de novo devem pensar primeiro: “buscai primeiro o seu reino e a sua justiça.” Ele diz: “buscai o reino de Deus, a justiça de Deus. Primeiro congregue numa igreja e procure fazer a obra de Deus, do Seu Reino, para salva pessoas. Ore! Então, Eu suprirei todas as suas necessidades na área material e você terá o que comer, o que beber, e saberá como viver.”
Os jovens irmãos de nossa igreja, que são estudantes ou inexperientes no mundo real, também poderiam se sentir desanimados ao pensar como eles poderiam viver nesse mundo. O que nós faremos para comer? O que nós vamos vestir? As preocupaçãos são muitas.
Entretanto, o Senhor diz a todos nós: “não se preocupe com essas coisas. É com isso que se preocupam aqueles que ainda não nasceram de novo.” Então nós podemos ter uma certeza em nossos corações: “nosso Senhor nunca deixa de estar ciente da nossa situação. Esse é um problema da nossa realidade, e como não podemos nós nos preocupar com isso? O problema do alimento, das roupas, e um lugar para morar depende do agora. Como não podemos nós nos preocupar com isso?” Contudo, o Senhor nos diz seguramente, o Senhor nos diz: “É com isso que os gentios se preocupam. Não se preocupe como você vai viver? Pense na justiça de Deus primeiro e viva sua vida cumprindo Sua justiça.” O Senhor nos diz: “Olhai para as aves do céu; não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros, e contudo, o vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais do que elas?”. Nós precisamos ter comunhão com Ele para poder confiarmos plenamente no que Ele diz.
O que temos que fazer para ter comunhão com Deus? Não existe outra maneira a não ser acreditar na Palavra de Deus. Quando cremos na Sua Palavra como ela é, podemos então ter comunhão com Ele pela fé. Se Deus nos garante isso, quando cremos nEle segundo Sua Palavra e que Deus irá nos vestir, nos alimentar, e nos ajudar a viver, nós podemos nos achegar a Deus e nos tornar um com Ele, podemos ter comunhão com Ele, e obter respostas segundo a nossa fé.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Razões para pastorear

1. Pastoreio, por que sou convicto da chamada de Deus minha para vida.
2. Pastoreio, não por obrigação , mas por prazer.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Bênçãos do Sofrimento

Vivemos na terra de um inimigo, Satanás, que o Senhor Jesus Cristo chama "o príncipe deste mundo". (João 16:11) E enquanto esse inimigo estiver em ação, haverá sofrimento para todos os homens.
Falando de sofrimento, façamos claro, aqui, que o autor do sofrimento é Satanás e não Deus. Satanás é o autor das doenças. Quando Jesus curou a mulher que por dezoito anos andara encurvada, "sem de modo algum poder indireitar-se", falou dela como uma filha de Abraão "a quem Satanás trazia presa". Lucas 13:16
Quando lemos os dois primeiros capítulos do livro de Jó, podemos ver ali que Satanás provocou as calamidades que o feriram. O fogo que caiu do céu e queimou suas ovelhas, o vento que fez desabar a casa em que estavam seus filhos, matando-os, poderiam parecer atos de Deus, mas na realidade Satanás era o seu autor.
É certo também que com muita frequência nós mesmos somos culpados da doença e até da morte prematura, por não observarmos a leis que Deus deu para a preservação da saúde.
Ao paralítico que curou junto ao tanque de Betesda, Jesus disse: ". . .não peques mais ( não violes mais as leis de Deus, morais e físicas), para que não te suceda coisa pior". João 5:14
Que os maus sofram, é coisa fácil de entender. Mas que os bons também sofram, muitas vezes mais que os maus, é difícil de entender.
Porque o justo sofre? Porque sofre o homem que teme a Deus? Não tem o Pai celeste poder para proteger os que O amam? Sabemos que tem.
Mas, por estranho que pareça, os sofrimentos e aflições são parte do plano de Deus para Seus filhos. Na sua sabedoria Ele permite a aflição a fim de nos aprimorar o caráter e nos preparar para o Lar de glória que tem para nós.
No que diz respeito ao sofrimento, o próprio Senhor Jesus Cristo não foi exceção. Com efeito, Cristo é chamado "o Príncipe dos sofredores". "Era desprezado", profetizou Isaías, "e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido". Isaías 53: 3 e 4
Cristo foi hostilizado por Seus irmãos mais velhos que Ele; foi perseguido pelos líderes religiosos durante o Seu ministério. Foi maltratado, no Seu julgamento, como nenhum outro homem foi. E por fim derramou a sua alma na morte para nos prover a salvação.
Assim como Cristo passou por provações, também seus seguidores devem passar pelo fogo das tribulações. Disse Jesus: "No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo." João 16:33
Passar por aflições é pois parte da escola de Deus para os Seus filhos. Mas, ao enfrentá-las, devemos ter em mente que elas são instrumentos do Seu amor. "Filho meu, não menosprezes a correção que vem do Senhor, nem desmaies quando por Ele fores repreendido, porque o Senhor corrige a quem ama, e açoita a todo filho a que recebe." Hebreus 12:6
O apóstolo Paulo foi outro exemplo de homem que muito sofreu. Na verdade, logo ao chamá-lo para ser o apóstolo dos gentios, Cristo disse: ". . .eu lhe mostrarei quanto lhe importa sofrer pelo meu nome". Atos 9:16
Quais benefícios nos vem do sofrimento?
1. Primeiro: o sofrimento nos conserva humildes, dependentes de Deus. "e para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte." II Coríntios 12:7
Paulo assim escreveu, referindo-se ao "espinho na carne" como sendo uma provável doença nos olhos, resultante da visão que ele tivera quando a caminho de Damasco. Mesmo pedindo para Deus o curar, não foi atendido. E Deus lhe respondeu "A minha graça te basta" II Coríntios 12.9
2. Segundo: As aflições por que passamos fazem-nos conhecer o nosso próprio coração. Elas nos revelam pontos negativos do nosso caráter, revelam os nossos defeitos. Então pelo apego ao Salvador, podemos vencê-los dessa maneira crescendo em graça, aproximando-nos cada vez mais do alvo a nós proposto: ". . .sede vós perfeitos como perfeito é o vosso pai celeste." Mateus 5:48.
3. Terceiro: As provações que nos sobrevêm fortalecem-nos a fé. ". . .para que o valor da nossa fé, uma vez confirmado, muito mais precioso do o outro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo". I Pedro1:7
4: Quarto: O sofrimento nos aproxima de Deus, firma-nos em Cristo. leva-nos a melhor entender os caminhos do Senhor, mais apreciar o Seu caráter; e a mais amá-Lo. Após a noite de aflição Jó poderia dizer a Deus: "Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem". Jó 42:5
Deus permite as aflições. Permite que Seus filhos sofram. Mas permite, para o nosso bem, e está conosco na tribulação. "Quando passares pelas águas eu serei contigo, quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti." Isaías 43:2
Talvez você hoje, esteja passando por tremenda aflição, e não entenda porque Deus está permitindo este sofrimento. É necessário então exercitar a fé na bondade e na sabedoria do Pai celeste.
É necessário lembrar que Ele visa o nosso bem presente, e o nosso bem eterno. Lembrar também que Ele está conosco na prova.
E passada a prova, entenderemos melhor os altos desígnios do fiel Salvador. Confiemos nEle, demonstrando o nosso amor.
Depositemos nEle nossa confiança, nossa fé.
Eu quero hoje reafirmar minha fé em Deus. E você amado ouvinte gostaria de firmar sua fé na pessoa de Jesus?
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Não consegue parar de mentir?!

Romanos 6:
"Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante? (1)
De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos? (2)
Ou, porventura, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? (3)
Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. (4)
Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição, (5)
sabendo isto: que foi cruucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos; (6)
porquanto quem morreu está justificado do pecado. (7)
Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos, (8)
sabedores de que, havendo Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte já não tem domínio sobre ele. (9)
Pois, quanto a ter morrido, de uma vez para sempre morreu para o pecado; mas quanto a viver, vive para Deus. (10)
Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus. (11)
Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões; (12)
nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado, como istrumentos de iniquidade; mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça. (13)
Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei e sim da graça. (14)
...
Mas graças a Deus porque, outrora, escravos do pecado, contudo, viestes a obedecer de coração à forma de doutrina a que fostes entregues; (17)
...
Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna; (22)
porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor. (23)
Voltando ao título deste post: quem não tem como escapar é porque está preso a algo que o faz praticar tal coisa. Mas o cristão genuíno não está preso a nada, e o pecado não o detém mais, pois foi justificado em Cristo Jesus. Então, o cristão que costuma mentir, ainda que de vez em quando, não pode mais aceitar isso em sua vida, pois está vivendo em pecado, e Deus não abre exceções. Deus não tem "queridinhos" a quem trata de forma diferente: se você, leitor, é um cristão e vive nesta condição, e ainda não parou para pensar nesta situação, uma coisa é certa: vai chegar a hora de Deus te colocar no estreito, para que você deixe de fazer de Deus o seu "criado", pedindo que te atenda nas coisas das quais você precisa, enfim, nas bênçãos que você quer receber, para que você escolha, de uma vez por todas, se quer mesmo servir a Deus, a Jesus, buscando viver aqui neste mundo sempre perseguindo a santificação, sempre desejando sabedoria vinda das mãos de Deus, para que você rejeite as coisas que não vem dEle, mas do Maligno, ou se quer viver paralelamente a isso, ou seja, servindo as suas próprias idéias, desejos, tendo como guia, ainda que você não queira, Satanás... Porque uma hora Deus, que é amor mas não é brincadeira, aperta mesmo...
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Beijar, "Ficar" ou Namorar ? (Repostado)
A língua e o Crente
-
Tg. 3:3-6/9-12 - fala sobre o poder da língua. Como podem sair de uma mesma boca, bênção e maldição.
-
Tg. 4:11-12 - fala sobre falar mal uns dos outros
-
Sl. 120: 2 - falar mentiras - Jo. 8:44 - pai da mentira
-
Prov. 17:28 - crente língua frouxa
-
Prov. 10:19 - sensatez no falar
A boca e a proclamação
-
Temos boca profética
-
No mundo natural escrevemos com caneta, mas no espiritual escrevemos com a boca. Qual é a sua proclamação? Nos estudos, em casa, no seu trabalho, pela cidade, pelo pais
-
A CONFISSÃO POSTERIOR ANULA A ANTERIOR
A boca e o beijo
O que é o beijo? ósculo, contato com os lábios de outra pessoa provocando um pequeno ruído ao afastar-se com leve sucção.
Quando eu fazia esta palavra, eu perguntei ao Espírito Santo:-“Senhor e o beijo de língua?”;e Ele me respondeu:
- Beijo de língua não é beijo é sexo (penetração de um órgão de uma pessoa dentro do corpo de outra). A partir do momento que um órgão do meu corpo, seja ele qual for, penetra no corpo de uma outra pessoa, isso se torna um ATO SEXUAL.
"O Ficar"
PODE FICAR?
Ex.: Experimentar uma roupa.
O que é o ficar?
O ficar já teve outros nomes: namorico, flerte, paquera. Todos com o mesmo significado que é um namoro por pouco tempo, amizade colorida, distração amorosa com várias pessoas.
Minha definição é: invencionice carnal humana, que tem pelo qual o uso de outra pessoa por curto espaço de tempo, potencializado pelo capeta.
“O FICAR É A GRANDE ESTRATÉGIA que satanás LANÇOU NESTE SÉCULO.”
O ficar surgiu na década de oitenta entre os adolescentes de 13 aos 17 anos que buscavam o prazer pelo prazer sem qualquer perspectiva de compromisso. É fruto de sociedade hedonista (filosofia que faz do prazer o fim da vida).
Cl. 3:5 “fazei morrer a vossa natureza terrena: a prostituição, a impureza, a paixão, a vil concupiscência e a avareza que é a idolatria”
Já o namoro vem de uma raiz latina que quer dizer “fazer amor”. O crente não namora para casar, ele casa para namorar. (atenção leia novamente esta frase)
O Compromisso não está baseado em contatos físicos, mas numa aliança, numa promessa.
No compromisso há promessa de bênção.
Não se deixe enganar pelas coisas do mundo, espere no Senhor, confia n'Ele e Ele tudo fará.
Por Carlos Delsantt
Fonte: MonteSião
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Por que o justo sofre?

No âmago da mensagem do livro de Jó, acha-se a sabedoria que responde à questão a respeito de como Deus se envolve no problema do sofrimento humano. Em cada geração, surgem protestos, dizendo: “Se Deus é bom, não deveria haver dor, sofrimento e morte neste mundo”. Com este protesto contra as coisas ruins que acontecem a pessoas boas, tem havido tentativas de criar um meio de calcular o sofrimento, pelo qual se pressupõe que o limite da aflição de uma pessoa é diretamente proporcional ao grau de culpa que ela possui ou pecados que comete.
No livro de Jó, o personagem é descrito como um homem justo; de fato, o mais justo que havia em toda a terra. Mas Satanás afirma que esse homem é justo somente porque recebe bênçãos de Deus. Deus o cercou e o abençoou acima de todos os mortais; e, como resultado disso, Satanás acusa Jó de servir a Deus somente por causa da generosa compensação que recebe de seu Criador.
Da parte do Maligno, surge o desafio para que Deus remova a proteção e veja que Jó começará a amaldiçoá-Lo. À medida que a história se desenrola, os sofrimentos de Jó aumentam rapidamente, de mal a pior. Seus sofrimentos se tornam tão intensos, que ele se vê assentado em cinzas, amaldiçoando o dia de seu nascimento e clamando com dores incessantes. O seu sofrimento é tão profundo, que até sua esposa o aconselha a amaldiçoar a Deus, para que morresse e ficasse livre de sua agonia. Na continuação da história, desdobram-se os conselhos que os amigos de Jó lhe deram — Elifaz, Bildade e Zofar. O testemunho deles mostra quão vazia e superficial era a sua lealdade a Jó e quão presunçosos eles eram em presumir que o sofrimento indescritível de Jó tinha de fundamentar-se numa degeneração radical do seu caráter.
Eliú fez discursos que traziam consigo alguns elementos da sabedoria bíblica. Todavia, a sabedoria final encontrada neste livro não provém dos amigos de Jó, nem de Eliú, e sim do próprio Deus. Quando Jó exige uma resposta de Deus, Este lhe responde com esta repreensão: “Quem é este que escurece os meus desígnios com palavras sem conhecimento? Cinge, pois, os lombos como homem, pois eu te perguntarei, e tu me farás saber” (Jó 38.2, 3). O que resulta desta repreensão é o mais vigoroso questionamento já feito pelo Criador a um ser humano. A princípio, pode parecer que Deus estava pressionando Jó, visto que Ele diz: “Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra?” (v. 4) Deus levanta uma pergunta após outra e, com suas perguntas, reitera a inferioridade e subordinação de Jó. Deus continua a fazer perguntas a respeito da habilidade de Jó em fazer coisas que lhe eram impossíveis, mas que Ele podia fazer. Por último, Jó confessa que isso era maravilhoso demais. Ele disse: “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem. Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza” (42.5-6).
Neste drama, é digno observar que Deus não fala diretamente a Jó. Ele não diz: “Jó, a razão por que você está sofrendo é esta ou aquela”. Pelo contrário, no mistério deste profundo sofrimento, Deus responde a Jó revelando-se a Si mesmo. Esta é a sabedoria que responde à questão do sofrimento — a resposta não é por que tenho de sofrer deste modo particular, nesta época e circunstância específicas, e sim em que repousa a minha esperança em meio ao sofrimento.
A resposta a essa questão provém claramente da sabedoria do livro de Jó: o temor do Senhor, o respeito e a reverência diante de Deus, é o princípio da sabedoria. Quando estamos desnorteados e confusos por coisas que não entendemos neste mundo, não devemos buscar respostas específicas para questões específicas, e sim buscar conhecer a Deus em sua santidade, em sua justiça e em sua misericórdia. Esta é a sabedoria de Deus que se acha no livro de Jó.
R.C. Sproul
Fonte: Gospel Translations / otdx.blogspot.com
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Jesus é simples. Nós é que o complicamos.

A cada dia mais me impressiona a simplicidade de Jesus em relação a tudo.
Ele negou-se a tratar de quase tudo o que a filosofia e a teologia tratam com avidez.
A origem do mal Ele simplesmente desprezou em qualquer que seja a explicação “metafísica”. Simplesmente disse que o mal existe. E o tratou com realidade óbvia.
O problema da dor foi por Ele tratado com as mãos, não com palavras e discursos.
As desigualdades sociais foram todas reconhecidas, mas não se o vê armando qualquer ação popular contra elas.
Seus protestos eram todos ligados à perversão do coração, mas nunca se tornavam projeto político, ou passeatas, ou bandeiras.
A “queda” não é objeto de nenhuma especulação da parte Dele. Bastava a todos ver as conseqüências dela.
Sobre a morte sua resposta foi a paz e a vida eterna.
Jamais tentou justificar o Pai de nada. Apenas disse que Ele é bom e justo.
Mandou lutar contra os poderes da hipocrisia e do desamor, mas não deu nenhuma garantia de que se os venceria na Terra.
Sua grande resposta à catástrofe humana foi a promessa de Sua vinda, e nada mais.
Nunca pediu que se estabelecesse o Reino de Deus fora do homem, mas sempre dentro dele; pois, fora, o reino, por hora, era do príncipe deste mundo.
Não buscou ninguém com poder a fim de ajudar qualquer coisa em Sua missão.
Adulto, foi ao templo apenas para pregar aquilo que acabaria com o significado do templo como lugar de culto.
Fez da vida o sagrado, e de todo homem um altar no qual Deus é servido em amor.
Chamou o dinheiro de “deus”, mas se serviu dele como simples meio.
Pagou impostos; mas nunca cobrou nada de ninguém, exceto amor ao próximo.
A morte para Ele não era mesma coisa que é para nós. Morrer não era mal. Viver mal é que era mau.
Em Seus ensinos Ele sempre parte do que existe como realidade e nega-se fazer qualquer viagem para aquém do dia de hoje.
Para Ele o mundo se explicava pelas ações dos homens, e prescindia de analises; pois, tudo era mais que óbvio.
Não teologizou sobre nada. E todas as Suas respostas aos escribas e teólogos eram feitas de questões sobre a vida e seu significado agora; e sempre relacionado ao que se tem que ser e fazer.
Quando indagado de onde vinha o “joio”, Ele simplesmente diz: “Um inimigo fez isso...” — referindo-se ao diabo.
Prega a Palavra, e não tenta controla-la.
Vê pessoas crerem, mas não tem nenhuma fixação em fazê-las suas seguidoras físicas e geográficas.
Não tem pressa, embora saiba que o mundo precisa conhecer Sua Palavra.
Cita as Escrituras sem nenhuma preocupação com autores, contextos ou momentos históricos.
Arranca certezas da Palavra baseadas em um verbo “ser” — aludindo ao fato de Deus ser Deus de vivos e não de mortos, pois, “para ele todos vivem”.
Ensina que a morte é o fundamento da vida, e tira dela o poder de matar, dando a ela a força das sementes que ao morrerem dão muito fruto.
E assim Ele vai...
E assim Nele é!
sexta-feira, 19 de junho de 2009
O que leva um homem a perder as promessas de Deus?
Estive recentemente, depois de muitas conversas, estudos e meditações pensando sobre a seguinte pergunta: "O que leva um Cristão a perder as promessas de Deus?"
Apriori, devemos lembrar que todas as promessas de Deus ditas tanto no Antigo como no novo testamento, são eternas, eternidade essa que se processa pela parte de Deus ("passarão céus e terras, mas a minha palavra não passara"), logo o que nos resta concluir que se Deus quer nos dar esta promessa e não a recebemos, não é culpa de Deus e sim NOSSA.
Com base nisso uma pergunta surge no meio disso: " Como então devo fazer para não perder essas promessas na minha vida?"
A Bíblia nos orienta a como ter uma vida que vive estas bênçãos:
1. Viver no centro da vontade de Deus: Rm 12:2b("...para que experimenteis a boa perfeita vontade de Deus"). E eis ai o nosso grande desafio... Viver no centro da vontade, um desafio para muitos... Principalmente, pois para se obter esta dádiva (acredito sim que é uma dádiva, um privilégio ...) necessitamos de COMUNHAO para que tanto a vontade de Deus como a nossa andem em sincronia.. como ouvi alguém falar por este dias : "Nossa Vontade conforme a de Deus", ou seja aquilo se constitui como planos e sonhos humanos, devem estar em conformidade com os planos de Deus em nossas vidas.
E ai surge uma outra pergunta: Então devo esquecer meu projetos, minhas metas,minhas realizações? E a frustração?
A Bíblia fala mais alem Sl37: 3-4 ("Confia no SENHOR e faze o bem; habitarás na terra, e verdadeiramente serás alimentado. Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração"), a partir disso concluímos que viver no centro desta vontade não é viver frustrado... e sim confiante de que Deus providenciara tudo conforme o tempo e vontade Dele para satisfazer os desejos de nosso coração.
2. Fé
“Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam a convicção de fatos que se não vêem.” HB 11:1
A fé constitui-se característica primordial neste processo... Pois se ter a convicção de algo que se espera e algo q não se vê... É ir de contra com toda uma filosofia humanista. É destruir fortalezas na mente, que foram forjadas durante toda uma historia de vida, confrontar diariamente o nosso contexto social... o que para muitos, que se arriscam nesta difícil missão, significa vencer seu MEDOS, INSEGURANÇA, A DUVIDA....
Na Bíblia temos diversos exemplos de homens de fé: Abraão quando saiu de Ur dos Caldeus nao imaginava o que lhe aconteceria, mas acreditava em uma Promessa de que seria pai de multidões. Fato este comprovado na entrega de seu filho Isac ( suas palavras “Deus provera”).
. Olhar Para esta promessa
Filipenses 3:12-16
“Não que eu já tenha obtido tudo isso ou tenha sido aperfeiçoado, mas prossigo para alcançá-lo, pois para isso também fui alcançado por Cristo Jesus. Irmãos, não penso que eu mesmo já o tenha alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus. Todos nós que alcançamos a maturidade devemos ver as coisas dessa forma, e, se em algum aspecto vocês pensam de modo diferente, isso também Deus lhes esclarecerá. Tão-somente vivamos de acordo com o que já alcançamos."
Olhar para o alvo significa, olhar sempre para Jesus e para as sua promessas, ele é nosso Porto Seguro, e a Bíblia é bem clara (, “mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo”) deixo ao pés da Cruz, medos, incredulidade, mente,corpo... e o que faço? AS DEIXO PARA TRAS!!!!
terça-feira, 16 de junho de 2009
Cristãos Autênticos
Só somos de fato felizes quando aceitamos cada parte do nosso corpo, e vale dizer, que aceitar não significa concordar ou esconder os erros e imperfeições, mas conviver com eles, sempre buscando formas de melhorá-los. Assim também acontece com o corpo de Cristo (a Igreja): para sermos felizes temos que aprender a amar ao outro, independente de quem ele seja, buscando sempre ajudá-lo a superar suas limitações, pecados e imperfeições.
Cristo nunca fechou os seus olhos para os nossos pecados, Ele sempre soube dos defeitos de cada um de nós (partes individuais do Seu corpo), mas Ele decidiu nos ver como um TODO, Ele decidiu nos amar. E assim, deu um passo (e passo de morte) para que as partes do Seu corpo superassem seus defeitos, para que houvesse perdão de pecados, para que houvesse concerto, salvação (II Coríntios 5:21)...
quarta-feira, 10 de junho de 2009
O Namoro

Quando Isaque estava pronto para se casar, seu pai Abraão enviou um servo a sua pátria para escolher uma esposa para Isaque. O servo encontrou Rebeca e trouxe-a na volta para Canaã, para ser esposa de Isaque. Ele só se encontrou com Rebeca pouco antes de se casarem e não a namorou (Gênesis 24). Isso pode parecer estranho, até mesmo espantoso, para uma pessoa jovem de hoje em dia, mas os casamentos arranjados pelos pais eram comuns nos tempos bíblicos. O que dizer do romance? E se o homem e a mulher não fossem fisicamente atraídos um pelo outro? Esses casamentos, com freqüência, duravam precisamente porque não eram iniciados na base da atração física ou do amor romântico, uma emoção que é freqüentemente difícil de sustentar.
Hoje, contudo, é mais comum os jovens selecionarem seus próprios companheiros. Enquanto o namoro nem sempre leva ao casamento, é o método usual de se encontrar um parceiro para o casamento. O namoro sempre permite que se observe e se conheça mais sobre aquela pessoa especial a quem se está considerando como um possível compa-nheiro.
Obviamente, o namoro pode e deve ser agradável, mas também é sério. A seleção de um parceiro para o casamento é uma das mais significativas decisões que uma pessoa fará na vida. A Bíblia ensina que quando um homem e uma mulher se casam, deverão permanecer casados pelo resto de suas vidas. O divórcio é autorizado por Deus somente em casos quando o adultério foi cometido por um dos parceiros (Mateus 19:3-9; 5:31-32). Uma má escolha do companheiro é uma decisão que pode causar muito sofrimento, mais tarde, na vida. Por outro lado, um bom companheiro é uma bênção maravilhosa em nossa vida (Provérbios 18:22).
Que tipo de parceiro deverá um homem ou uma mulher estar procurando? Freqüentemente, os jovens escolhem seus namorados na base da aparência física. Rapazes querem namorar mulheres com corpo bem feito e feições atraentes. As moças querem namorar homens com corpo forte e feições elegantes. Infelizmente, a atração física não é uma garantia de que um jovem será um bom esposo ou de que uma moça venha a ser uma boa esposa.
Não é errado, certamente, ser-se atraído pela beleza física, mas o bom caráter é o que dá a felicidade no casamento (1 Pedro 3:1-6). Quando as pessoas namoram, que traços de caráter deveriam elas estar procurando em seus namorados? Observando as responsabilidades de esposos e esposas, podemos descobrir alguns dos traços que são necessários a um casamento bem sucedido.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Igreja Apostólica é Igreja Missionária

"Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio" João 20.21.
A Igreja de Jesus é apostólica. Estamos debaixo de uma unção apostólica, missionária, igreja enviada. A Igreja inteira é missionária e a obra da evangelização é dever fundamental de todo o Povo de Deus. A Igreja deve ser uma comunidade evangelizadora. Ela deve exercer a diaconia na evangelização, um serviço apostólico e social.
A vocação cristã para salvação é, por sua mesma natureza, vocação também ao apostolado, fundada e apoiada no batismo e na fé Cristã. Por conseguinte, todos os batizados, assumem o compromisso de ser testemunhas, apóstolos, profetas, mestres, missionários, evangelizadores, pastores, líderes e discípulos.
A Igreja apostólica é enviada pra fazer discípulos evangelizados e evangelizadores. Seu trabalho é consolidar os evangelizados ao ponto de tornarem-se discípulos de Jesus. Primeiro, discípulos, depois discipuladores. O discípulo é fiel na Igreja e cidadão no mundo. Tem um testemunho dentro e fora da Igreja. Os discípulos exercem seus múltiplos apostolados tanto dentro da Igreja como fora dela, em seus variados campos de atividades apostólicas: escola, faculdade, trabalho, vizinhança, casa, família e outros.
O lugar por excelência do cumprimento de sua missão apostólica é na igreja (organização, pessoas que se reúnem no templo), trabalhando unidos como um corpo orgânico, sob a direção dos líderes oficiais. Os discípulos apostólicos são chamados para servir, colaborar com os pastores para o serviço da comunidade cristã, exercendo ministérios diversos segundo a graça e os dons que o Senhor lhes concedeu. Ao lado dos ministros ordenados, os líderes leigos (não ordenados) aptos, treinados para assegurar um serviço especial da Igreja. Para isso é útil lançar uma olhada às origens da Igreja em Atos dos Apostólos que crescia nessa harmonia e ministérios, e deve respeitar a unidade e ter a orientação dos apóstolos e pastores coo responsáveis a artífice da unidade da igreja.
Além dos apostolados individuais, o apostolado organizado responde adequadamente ao homem como ser social por natureza, e às exigências humanas e cristãs dos fiéis; é sinal de comunhão e de unidade da Igreja. Por isso haverão de exercer o apostolado somando seus esforços no seio de suas famílias; e no Templo, expressando o caráter comunitário do apostolado de uma forma associada e organizada.
A igreja em células é uma igreja apostólica, que cumpre sua missão nas casas, escolas, empresas, e em qualquer lugar que seja. O importante é ganhar, consolidar, discipular e enviar novos discípulos.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Basta Crer no Evangelho para Ser Salvo?
Um princípio fundamental de comunicação é a consideração do contexto. A mesma palavra pode ter significados bem diferentes em contextos diferentes. Entendemos isso quando ouvimos pessoas usar palavras como “amar” ou “adorar”. Quando se fala de comida ou outras coisas, tem um sentido. Quando se fala de amar a esposa ou adorar a Deus, o significado é diferente.
Da mesma maneira, a mesma palavra pode ter sentidos diferentes em diversos contextos bíblicos. Normalmente, a fé inclui a reação apropriada. Se alguém entrar num prédio e gritar “fogo”, as pessoas que crêem que o local está em chamas obviamente vão se levantar para sair. A pessoa que não crê ficará tranquila. Da mesma forma, a pessoa que crê na palavra de Deus vai reagir à sua mensagem. É por isso que é tão importante obedecer ao evangelho (leia 2 Tessalonicenses 1:8-9; Hebreus 5:9). Se não reagir, é porque não crê.
Tiago fala da fé num sentido mais estreito e, desta maneira, frisa bem a importância de uma fé ativa e obediente. Ele deixou bem claro que a fé que salva é a fé que age – que se manifesta nas obras de obediência (ele não fala de obras de mérito, porque nenhum de nós merece a vida eterna – Romanos 3:23; Efésios 2:8-9). Considere as palavras de Tiago: “Meus irmãos, qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras? Pode, acaso, semelhante fé salvá-lo? . . . Assim, também a fé, se não tiver obras, por si só está morta” (Tiago 2:14,17). Ele disse que os demônios crêem e tremem, mas eles não obedecem (Tiago 2:19).
Citando a fé obediente de Abraão e Raabe, Tiago conclui: “Verificais que uma pessoa é justificada por obras e não por fé somente. . . . Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta” (Tiago 2:24,26). Certamente, ninguém será salvo por uma fé morta!
– por Dennis Allan
quarta-feira, 15 de abril de 2009
O Verdadeiro Amor Cristão
Devemos ser cuidados para não confundir sentimentalismo humano, alegria carnal, amabilidade e afabilidade humana com o verdadeiro amor espiritual. O amor que Deus ordena, primeiramente para com Ele e então para com os outros, não é o amor humano. Não é um amor indulgente e egoísta, o qual já está em nós por natureza. Se indulgentemente permitirmos que nossas crianças cresçam com pouca ou nenhuma disciplina, Provérbios claramente diz que não as amaremos, a despeito da sentimentalidade humana e da afeição que podemos sentir por elas. O amor não é um paparicar sentimental de um para com o outro, com uma indiferença para com o nosso andar e obediência diante do Senhor. Encobrir as faltas dos outros para nos agradar na estima deles, não é amor espiritual.
A verdadeira natureza do amor cristão é um princípio justo que busca o mais alto bem dos outros. É um desejo poderoso de promover o bem-estar deles. O exercício do amor deve estar em estrita conformidade com a vontade revelada de Deus. Nós devemos amar na verdade. O amor entre os irmãos é bem maior do que uma sociedade agradável onde as visões são as mesmas. É amá-los porque nós vemos a Cristo neles, amando-os por causa de Cristo.
O próprio Senhor Jesus é o nosso exemplo. Ele não foi somente atencioso, gentil, auto-sacrificante e paciente, mas Ele também corrigiu Sua mãe, usou um chicote no Templo, censurou severamente as dúvidas dos discípulos e denunciou os hipócritas. O verdadeiro amor espiritual é, acima de tudo, fiel a Deus e inflexível para com tudo o que é mal. Nós não podemos declarar, 'Paz e Segurança', quando na realidade, há decadência e ruína espiritual.
O verdadeiro amor espiritual é muito difícil de exercitar, pois não é nosso amor natural. Por natureza, nós amamos sentimentalmente e produzimos bons sentimentos. Além disso, muitas vezes o verdadeiro amor espiritual não é recebido em amor, mas é odiado como os fariseus o odiaram. Devemos orar para que Deus nos encha com Seu amor e nos capacite a exercitá-lo, sem dissimulação, para com todos.
por
Arthur W. Pink
Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Saúde Emocional: Mito ou Realidade?
"Acima de tudo, guarde o seu coração, pois dele depende toda a sua vida" (Pv 4:17).
A Igreja do Senhor Jesus é formada por seres humanos. Nós precisamos reconhecer que um dos fatores que muito tem desgastado a comunhão no corpo de Cristo é a falta de equilíbrio emocional. Deus nos projetou para sermos irrepreensíveis em todo o nosso proceder: espírito, alma e corpo.
Falar de saúde emocional requer autoavaliação em todas as esferas: pessoal e interpessoal. Muitas pessoas estão sofrendo. Nossas igrejas estão cheias de pessoas com dificuldade, sofrendo em silêncio. Deus está buscando uma igreja santa, pois Ele deseja um noiva limpa, pura, sem ruga, nem mancha. Ao olharmos ao nosso redor vemos em nossas Igrejas situações que desagradam a Deus. A falta de saúde do coração é um dos obstáculos para o crescimento espiritual e a santidade do cristão.
Que através dessa matéria, escrita abaixo pela psicológa e pastora Shirlene Matos, sejamos edificados e percebamos como anda nossa saúde emocional. Quanto mais saúde emocional pudermos oferecer mais santidade veremos como resultado.
É difícil imaginar a vida desprovida de emoções. Vivemos em busca de momentos que proporcionam prazer e alegria, e evitamos aqueles que podem causar decepção, tristeza ou sofrimento. Elas surgem a cada instante de nosso cotidiano. As emoções são ao mesmo tempo óbvias e misteriosas. Quantas vezes nos surpreendemos com algumas atitudes nossas que por vezes causam transtornos a nós mesmos e ao próximo, e nem sempre compreendemos o que está por trás desses comportamentos.
Nem sempre é fácil identificar o que nos fez acordar deprimidos ou entender por que algo nos tira do sério. Nem tão pouco controlar fortes emoções que nos arrebatam e colocam em risco as relações sociais. Às vezes em que perdemos a cabeça no trabalho, no trânsito, no banco, na Igreja ou mesmo em casa, comprovam a importância da saúde emocional na vida em sociedade.
É possível ter uma emoção doentia? Sim é possível, por isso é necessário entendermos a importância da emoção e o quanto ela precisa ser saudável. Isso não é um mito e sim uma realidade, pois existem pelo menos três aspectos reais e diferentes na reação aos sentimentos nutridos por uma emoção doentia:
1) Os reflexos físicos decorrentes tais como: taquicardia ou suor exagerado, medo;
2) A expressão comunicativa mediante gestos e linguagem fica desajustada;
3) O plano da atividade mental se transforma numa confusão mental;
4) Angústia ao tomar decição certa, mesmo que pareça errada;
5) A emoção fica cada vez mais encarcerada e num ciclo vicioso.
Durante muito tempo, nós cristãos, vivíamos com as nossas emoções aprisionadas e não tínhamos entendimento o quanto nosso Deus se importava com o estado das nossas emoções. Diz a Palavra de Deus que o povo é levado ao cativeiro por falta de entendimento (Is 5:13). Nosso Deus é fiel e misericordioso. Ele mesmo tomou à frente a questão e abriu o entendimento daqueles que o adoram em espírito e em verdade para que pudéssemos viver saudáveis no espírito, alma e corpo (I Ts 5:23).
Satanás perdeu o reinado das nossas emoções, glória a Deus por isso. A cada dia vem sendo derramado sobre o povo de Deus a unção de cura não somente no corpo e no espírito, como também nas emoções. Diga-se de passagem, que o Senhor Jesus aprovou a Visão Celular porque ela é do céu, uma vez que a Igreja nunca se conscientizou tanto da necessidade de ter a emoção curada quanto nos dias atuais. Isso tem sido implantado nas igrejas cada vez mais forte através da Visão Celular. A trama de leviatã foi denunciada há muito tempo, e hoje ele tem que se contentar em ver o povo de Deus curado em todas as áreas. Glória a Deus!
Certamente Elias, homem de Deus, quando fugiu pra caverna (I Rs 19:9), não estava com suas emoções saudáveis e é claro, leviatã, inimigo de nossas almas não perdeu tempo e flechou o entendimento de Elias, mas o nosso Deus é soberano e foi até Elias e o chamou pelo nome reconhecendo sua identidade e libertando do cárcere tanto suas emoções, quanto seu espírito e seu corpo.
O nosso Senhor não muda. Ele é o mesmo hoje e eternamente. Agiu na vida de Elias, e também agirá na sua. Não deixe suas emoções ser aprisionadas. Vença esse desafio!
Pastora Shirlene Matos
Psicóloga Clínica Educacional, Psicopedagoga, Especialista em Educação Especial, Docente de Curso de Pós-Graduação, Pioneira no Estado do Maranhão em Análise e Interpretação do Desenho Infantil, Facilitadora nos Processos de Ensino Aprendizagem, Capacitadora de Profissionais da Área de Educação e Palestrante.
Estudo retirado do sítio IBNS.ORG.BR
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Qual o Objetivo do JEJUM?!
O propósito central do jejum
O jejum deve sempre centrar-se em Deus. Deve ser de iniciativa divina e ordenado por Deus. Como a profetiza Ana, precisamos cultuar em jejuns (Lucas 2.37). Todo e qualquer outro propósito deve estar a serviço de Deus. Como no caso daquele grupo apostólico de Antioquia, servindo ao Senhor e jejuando devem ser ditos de um só fôlego (Atos 13.2). C. H. Spurgeon escreveu: Nossas temporadas de oração e jejum no Tabernáculo têm sido, na verdade, dias de elevação; nunca a porta do céu esteve mais aberta; nunca nossos corações estiveram mais próximos da Glória central.
Deus interrogou o povo no tempo de Zacarias: Quando jejuastes... acaso foi para mim que jejuastes, com efeito para mim? (Zacarias 7.5). Se nosso jejum não é para Deus, então fracassamos. Benefícios físicos, êxito na oração, dotação de poder, discernimentos espirituais.. estas coisas nunca devem tomar o lugar de Deus como centro de nosso jejum. João Wesley declarou: Primeiro, seja ele [o jejum] feito para o Senhor com nosso olhar fixado unicamente nele. Que nossa intenção ao seja esta, e esta somente, de glorificar a nosso Pai que está no céu... Esse é o único modo de sermos salvos de amar mais a bênção do que Aquele que abençoa.
Os propósitos secundários do jejum
Uma vez que o propósito básico esteja firmemente fixo em nossos corações, estamos livres para entender que há, também, propósitos secundários em jejuar. Mais do que qualquer outra coisa, o jejum revela as coisas que nos controlam. Este é um maravilhoso benefício par ao verdadeiro discípulo que anseia ser transformado à imagem de Jesus Cristo. Cobrimos com alimento e com outras coisas boas aquilo que está dentro de nós, mas no jejum estas coisas vêm à tona. Se o orgulho nos controla, ele será revelado quase imediatamente. Davi disse: em jejum está a minha alma (Salmo 69.10). Ira, amargura, ciúme, discórdia, medo.., se estiverem dentro de nós, aflorarão durante o jejum. A princípio, racionalizaremos que a ira é devida à fome; depois descobriremos que estamos irados por causa do espírito de ira que há dentro de nós. Podemos regozijar-nos neste conhecimento porque sabemos que a cura está disponível mediante o poder de Cristo.
O jejum ajuda-nos a manter o nosso equilíbrio na vida. Quão facilmente começamos a permitir que coisas não essenciais adquiram precedência em nossas vidas. Quão depressa desejamos ardentemente coisas que não necessitamos até que sejamos por elas escravizados. Paulo escreveu: Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas (1 Coríntios 6.12). Nossos anseios e desejos humanos são como um rio que tende a transbordar; o jejum ajuda a mantê-lo no seu devido leito. Esmurro o meu corpo, e o reduzo à escravidão, disse Paulo (1 Coríntios 9.27). Semelhantemente, escreveu Davi: Eu afligia a minha alma com jejum (Salmo 35.13).
Conclusão
Não poderíamos concluir esse estudo sem considerar que a principal obra do jejum bíblico está no reino espiritual. O que se passa espiritualmente é de muito maior conseqüência do que o que acontece no corpo. Você estará engajado em uma guerra espiritual que necessitará de todas as armas de Efésios 6. Dentro disso, um dos períodos mais críticos no campo espiritual está no final do jejum físico quando temos uma tendência natural para descontrair-nos. O jejum pode trazer avanços no reino espiritual que jamais poderiam ter acontecido de outra maneira. Por isso, nós devemos, necessariamente, jejuar.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Crianças de Papelão

* Meditação: Meu filho, se os maus tentarem seduzi-lo, não ceda! (Provérbios 1:10)
* Pensamento: O mundo de amanhã será moldado pelo que ensinamos aos nossos filhos hoje.
* Leitura: Provérbios 1:8-19
* Mensagem: Quando Mike Wood começou a divulgar sua empresa de anúncios, não sabia quão útil se tornaria o seu trabalho. Alguns de seus cartazes eram figuras de crianças em um papelão grande, o qual colocou perto da rua.
Além de fazer propaganda do seu negócio, os anúncios tinham um outro efeito. Motoristas achavam que as figuras recortadas eram crianças de verdade e começaram a diminuir sua velocidade. Agora Mike vende os anúncios com crianças, para pais que querem que a velocidade dos motoristas apressados diminua na sua área. Mike disse: "Nós realmente esperamos que alguns dos nossos cartazes ajudem a controlar a velocidade nos bairros em todo o país".
Os pais se empenham em proteger seus filhos de perigos físicos, existem outros perigos. Salomão, o escritor de Provérbios 1, estava preocupado com as pessoas que colocavam perigos espirituais para o seu filho. Ele advertiu-o com relação àqueles que o procurariam seduzir a praticar o mal (Provérbios 1:10-14) e disse-lhe: "Meu filho, não vá pela vereda dessa gente! Afaste os pés do caminho que eles seguem, pois os pés deles correm para fazer o mal"(Provérbios 1:15-16).
Precisamos proteger nossos filhos, ensinando-lhes a Palavra de Deus e treinando-os a evitar influências más. Ruas movimentadas são perigosas para os nossos filhos, mas a sedução de andar por um caminho mau é bem mais perigoso.
* Fonte: Anne M. Cetas/ GospelDownloads
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
OUVIR A VOZ DE DEUS
[Provérbios 13.20]
Suas companhias têm agrado a Deus? Um famoso estudioso de insetos passeava com seu amigo comerciante pelo campo. De repente, o estudioso parou e entrou no mato parecendo procurar algo. Seu amigo, perplexo, não sabia o que ele procurava, pois não tinha ouvido nada. Logo depois, eles saíram do campo e entraram num caminho pavimentado. De repente, o comerciante parou de andar e pegou uma moeda que caíra no chão. Mas o estudioso, que não ouvira o barulho da moeda caindo ao solo, seguiu em sua caminhada. Aqui podemos ver que determinadas pessoas estão mias atentas para ouvir determinados sons. Aqueles que pertencem ao mundo, ouvem o som do mundo; aqueles que pertencem a Deus, ouvem a voz de Deus.
Quem ama ao Senhor pode ouvir a sua voz suave e agradável que fala interiormente. Ele levanta cedo pela manhã, para ouvir a voz de Deus antes de ouvir qualquer som do mundo. O sábio ouve e anda com pessoas sábias. Pois quem anda com tolos, tolo será. Existem dois sons sendo executados, ouça e siga o da sabedoria.














